Brasil mostra evolução, mas perde para a Alemanha no polo aquático no Mundial FINA, em Gwangju

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Derrota foi por 15 x 8. Próximo desafio será contra a equipe do Japão, considerada a mais rápida do planeta. Renovada, seleção aproveita o torneio como preparação para o Pan
Luiz Roberto Magalhães, de Gwangju, na Coreia do Sul – rededoesporte.gov.br
Foto: Satiro Sodré/rededoesporte.gov.br

Brasil x Italia. Polo aquatico. Campeonato Mundial dos Esportes Aquáticos. 15 de Julho de 2019, Gwangju, Coreia do Sul. Foto: Satiro Sodré/rededoesporte.gov.br

A Seleção Brasileira de polo aquático masculina fez, na noite desta quarta-feira (17.07), em Gwangju, manhã de segunda, no Brasil, sua segunda partida no Mundial de Desportos Aquáticos da Coreia do Sul. Depois de perder para a Itália, uma das favoritas ao título, por 14 x 5 na estreia, o time voltou à piscina da Nambu University para medir forças com a Alemanha e sofreu novo revés, desta vez por 15 x 8.
O resultado foi encarado pelo técnico Ricardo Azevedo, o Rochinha, como mais uma etapa no processo de preparação da equipe para os Jogos Pan-Americanos de Lima. O Mundial na Coreia distribui três vagas para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, mas isso não está na mira do time brasileiro.
A Seleção tem como objetivo buscar a classificação no Pan do Peru, que dará ao campeão uma das 12 vagas para os Jogos no Japão. Caso não consiga carimbar o passaporte no megaevento continental, o time terá uma nova chance em março do ano que vem, na Holanda, no Pré-Olímpico, quando mais três vagas estarão em jogo, podendo chegar a quatro, dependendo do desempenho da África do Sul.
“Nós estamos juntos há um mês. Eles estavam treinando com seus próprios clubes, preparando para o Brasil Open, e temos muito trabalho pela frente”, avaliou Rochinha, que ainda está buscando adaptar seus jogadores às novas regras da Fina, a Federação Internacional de Natação, que visam tornar o jogo mais ágil diminuindo o contato físico entre os atletas, o que tem sido punido com rigor no Mundial por meio de expulsões.

Brasil x Alemanha. Campeonato Mundial dos Esportes Aquáticos. 17 de Julho de 2019, Gwangju, Coreia do Sul. Foto: Satiro Sodré/rededoesporte.gov.br

“Eles ainda estão fazendo erros básicos, mas pelo menos hoje não tivemos tantas expulsões de entrada na área. A gente melhorou, mas ainda estamos entendendo como jogar. Estamos nos preparando para o Pan-Americano e aqui eu quero que a gente aprenda e fique melhor a cada dia. Hoje, jogamos melhor do que fizemos contra a Itália. Se daqui a dois dias a gente jogar melhor do que hoje, estamos em uma progressão”, continuou Rochinha. O próximo desafio do Brasil será contra o Japão, na sexta-feira (19.07), às 11h10, no horário local, 23h10 de quinta, de Brasília.

Para Gustavo Guimarães, o Grummy, atacante da Seleção, o time não pode entrar na pilha dos japoneses, que têm o time mais rápido do polo aquático mundial. “É um polo aquático kamikaze, eu diria. Eles não estão nem aí. Se errarem, voltam que nem malucos para a defesa. Eles têm um estilo de jogo que ninguém no mundo tem e acabaram dificultando a vida da Itália (que venceu apertado, por 9 x 7)”, avaliou Grummy.
“Então acredito que temos que ter consciência de que se se acelerarmos o jogo a gente está morto. Todas as vezes que a gente ganhou do Japão tivemos tranquilidade de jogar e de saber o momento certo, porque eles saem antes para o contra-ataque, eles se embolam, fazem jogadas malucas no ataque, mas sabem jogar assim e dá certo. Então, a gente tem que saber fechar bem a defesa, dificultar um pouco para os melhores chutadores deles, pois eles têm três ou quatro bons chutadores, muito rápidos, e, no ataque, a gente não pode querer acelerar”, disse o brasileiro.

Brasil x Alemanha. Campeonato Mundial dos Esportes Aquáticos. 17 de Julho de 2019, Gwangju, Coreia do Sul. Foto: Satiro Sodré/rededoesporte.gov.br

Investimentos
Dos 13 convocados para o Mundial de Gwangju, nove são beneficiados pelo Bolsa Atleta do Governo Federal, o maior programa de patrocínio individual do mundo. Bernardo Reis, Gustavo Guimarães e Slobodan Soro recebem o benefício na categoria olímpica; Guilherme Leiva, Gustavo Coutinho, Pedro Vergara e Roberto Freitas estão na categoria internacional; e Logan Wolverine e Ruda Franco são bolsistas da categoria nacional. O investimento anual nesses atletas é de R$ 222,6 mil. No total, 184 atletas são apoiados atualmente pelo Bolsa Atleta na modalidade, fruto de investimento anual de R$ 2,6 milhões.

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