Lima conecta cultura, natureza e modernidade na abertura dos Jogos Pan-Americanos 2019

5 meses ago 0

Delegação brasileira teve as campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze como porta-bandeiras. Ao entrar no estádio, Kahena carregou a companheira nos ombros

Conectar o mundo aos aspectos culturais e da natureza peruana, por meio de histórias, música, lendas, imagens, personagens, tradições, sabores e cores. A Cerimônia de Abertura dos XVIII Jogos Pan-Americanos 2019 percorreu todo o território peruano para homenagear a riqueza da cultura e da natureza do país e mostrar a face moderna do país andino. Assim, diante de um público de cerca de 50 mil peruanos que lotaram o Estádio Nacional, os organizadores deram as boas-vindas a quase sete mil dos melhores atletas das Américas inscritos no megaevento. O ministro da Cidadania, Osmar Terra, representou o governo brasileiro na cerimônia da noite desta sexta-feira (26.07).

Após as boas-vindas dos peruanos, os Jogos Pan-Americano voltam à América do Sul após 12 anos após a edição do Rio 2007, depois de passar por México (2011) e Toronto (2015). A festa simboliza o início oficial de uma maratona de 17 dias de competições, até 11 de agosto, ao reunir cerca de 6.850 atletas, de 41 países, na disputa de 38 esportes e 62 modalidades.

A delegação brasileira foi a nona a entrar no desfile. Com imagens do cartão postal do Pão de Açúcar ao fundo, Kahena Kunze carregou nos ombros a companheira Martine Grael, que regeu os cerca de 110 atletas, de 13 modalidades, dos 485 do time completo, que desfilaram no estádio. “A gente sempre pensa em inovar, porque somos criativas. A entrada foi legal e diferente. Meu coração está batendo até agora. Foi muito rápido o desfile”, disse Martine Grael.
Pela primeira vez na história, duas mulheres foram as porta-bandeiras da delegação brasileira no maior evento das Américas. As velejadoras, responsáveis pelo primeiro ouro feminino brasileiro na vela na história das Olimpíadas, nos Jogos Rio 2016, representaram a força das mulheres brasileiras.
A mulherada atrás da gente estava animada. Nós representamos não somente elas, mas todos os atletas que não puderam estar na cerimônia, por conta das competições amanhã. Foi bonito e vai ficar para história”, frisou a velejadora. “Essa memória ficará guardada para a vida. Vou levar daqui muita energia para a competição”, completou Kahena.

Alucina Peru!
A apresentação percorreu todo o território peruano para homenagear a riqueza da cultura e da natureza do país. Tudo para mostrar o orgulho peruano. No ponto alto da cerimônia, o portorriquenho Luis Fonsi, do hit Despacito, animou o público. Alucina Peru foi o tema da cerimônia.
Depois de passar pela história do país, celebrar a tradição, mais de 1.700 artistas, entre bailarinos, acrobatas e músicos mostraram a cultura sul-americana para o mundo num espetáculo de 2h40min de duração, dirigida pelo diretor artístico Francisco Negrín.
A cerimônia contou com a presença do presidente do Peru, Martín Vizcarra, do presidente do Comitê Pan-Americano, Neven Ilic, e do presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach. O governo brasileiro foi representado pelo ministro Osmar Terra e pelo secretário Nacional de Alto Rendimento, Emanuel Rego.
Ao som de cajons, a coreografia aos pés da montanha representou os pictogramas das 62 modalidades que serão disputadas nos Jogos, ao som do solo de guitarra de Charlie Parra. Os cajons se uniram e criaram uma imagem gigante da mascote Milco, ao som da música tema dos Jogos. Foi a deixa para entrada das delegações. A Argentina foi o primeiro país a entrar.
A parte musical contou com o tenor peruano Juan Diego Flórez, o multi-instrumentista Lucho Quequezana, a bailarina e coreógrafa Vanias Masías e os cantores Pelo D’Ambrosio, Sandra Muente, entre outros.

A tocha Pan-Americana chegou ao estádio depois de 23 dias de percurso desde que foi acesa no México. Em território peruano, passou pelas mãos de 900 condutores, por mais de 6.500km. No Estádio Nacional, a chama passou pelas mãos de Edith Noeding, medalhista pan-americana de atletismo na edição de 1975, no México, de jovens atletas , como Ariana Baltazar, do judô, e Carlos “Nano”, do tênis de mesa. Na sequência, Cecilia Tait, ex-jogadora de vôlei peruana medalhista olímpica de prata em Seoul 1988, teve a honra de acender a Pira Pan-Americana.

Edição 2019
A cidade de Lima foi escolhida como sede dos Jogos em outubro de 2013. Após seis anos de preparação, a cidade acolhe o maior evento multiesportivo das Américas durante 17 dias. Segundo o presidente do Comitê Organizador dos Jogos, Carlos Neuhaus, na noite desta sexta-feira os peruanos celebram um grande passo para o futuro. “Hoje Lima se transforma na capital esportiva das Américas. Lima 2019 já transformou o esporte no Peru, com mais oportunidades e mais instalações esportivas. Os Jogos já mostraram uma nova forma de como a nação vai executar grandes projetos”, disse.
As provas serão disputadas em cinco regiões e distribuídas por 19 sedes. A principal delas é a Vila Desportiva Nacional (VIDENA), que abrigará atletismo, badminton, basquete, basquete 3 x 3, boliche, ciclismo de pista, handebol, hipismo adestramento, hipismo CCE, hipismo saltos, judô, natação, nado artístico, patinação artística, saltos ornamentais, squash e tênis de mesa.

Brasil em Lima e apoio federal
A delegação brasileira vai disputar os Jogos em 49 modalidades. O objetivo principal do Comitê Olímpico do Brasil é classificar o maior número de atletas e esportes para as Olimpíadas do Japão e melhorar o desempenho esportivo em relação às edições anteriores do Pan.
Dos 485 atletas do Time Brasil nos Jogos Pan-Americanos, 333 são apoiados pelo programa Bolsa Atleta da Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania. O investimento do programa federal no grupo é de R$ 14,6 milhões ao ano. Há um equilíbrio quase perfeito de gênero, com 166 homens e 167 mulheres na lista.
Em termos percentuais, 70% dos atletas de modalidades que atualmente figuram no programa dos Jogos Olímpicos recebem o incentivo financeiro do Ministério da Cidadania. Um contingente expressivo, de 68, faz parte da categoria mais alta do programa, a Bolsa Pódio, voltada para esportistas que figuram entre os 20 melhores do mundo em suas especialidades. Os outros estão nas categorias olímpica (83), internacional (95) e nacional (87).
Em dez das modalidades, 100% dos convocados para o Time Brasil são beneficiados. São os casos de badminton, canoagem slalom, canoagem velocidade, ginástica rítmica, ciclismo de estrada, ciclismo de pista, maratonas aquáticas, pentatlo moderno, tiro com arco e triatlo.
Breno Barros, de Lima, no Peru – rededoesporte.gov.br
Fotos: Abelardo Mendes Jr/ rededoesporte.gov.br

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