Transformando o Bodysurf em Meditação Ativa, por Henrique Pistilli & Kpaloa

2 semanas ago 0

Equipamentos são Instrumentos de Conexão! Mas que de tipo de conexão estamos falando? Primeiramente é a conexão com a natureza, não só com o elemento água, mas com toda a sabedoria ancestral do Mestre Oceano. Acredito que a forma com que olhamos para a vida torna a experiência da existência completamente diferente e única para cada um de nós.
Imagine desenvolver equipamentos inspirados nessa premissa. Isso é o que buscamos fazer na parceria Kpaloa e Homem Peixe. Dessa forma transformamos o esporte bodysurf em uma meditação dinâmica, surf em arte, que nos traz paz, centro e energia para encarar os desafios também no Mar da Vida.

A conexão que o bodysurf proporciona
A prática do surf a partir deste olhar nos faz experimentar com profundidade o momento presente, que na verdade é o que de fato existe. Deixamos “pré-ocupações” mentais do passado, ou do futuro, serem destiladas pelos movimentos salgados das correntes e das ondas. Assim, focamos nossa atenção plena na harmonização entre os movimentos externos com os nossos movimentos internos, nossos pensamentos, sentimentos e reações viscerais, ou mesmo instintivas.

Imitando o movimento dos peixes, percebemos as leis da água e as leis da terra. Ao invés de movimentos curtos e contínuos, princípio da “corridinha”, os peixes se movimentam a partir de “explosão e deslize”. Desta forma, aproveitam ao máximo o movimento maior do mar, para que sejam impulsionados na direção que desejam, sem se cansar. Simples, inteligente e funcional.

Assim, esta prática faz com que nos conectemos também com nós mesmos, nosso interior, nossa essência. Para que estejamos mais sintonizados com a sabedoria sutil, integrando corpo, alma e espírito. Isso nos ajuda a tomar decisões mais conscientes no dia a dia.

Aí que vem o resultado ampliado com um bom instrumento de conexão. Partindo do princípio da natação dos peixes, desenvolvemos modelos de nadadeiras rígida nas pontas, mas flexível e confortável nos pés. Elas vestem como uma luva, se tornando uma extensão do corpo, nos aproximando mais e mais de “seres aquáticos”, principalmente os golfinhos.


Gosto da imagem das nadadeiras como a ponta de um chicote, fazendo com que a força do movimento, que vem do nosso centro, nosso umbigo, seja multiplicada, prolongando o deslize por uma distância muito maior. Fazendo-nos voar no drop das ondas!

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Te vejo na água!
Aloha
Pistilli Peixe, Waterman, Sea Coach e Palestrante Inspiracional.
Atleta da Equipe Kpaloa
PUBLICADO POR KPALOA EM 02/06/2017 POSTADO EM BODYSURF