Brasil continua conquistando medalhas na natação em quatro dias de competição na capital peruana

6 meses ago 0

Três brasileiros compuseram o pódio dos 100m livre da classe S11 (cegos). Wendell Belarmino, 21, de Brasília, sagrou-se campeão e recordista da competição com 59s33, e desbancou o então campeão da prova, o catarinense Matheus Rheine, 26, que ficou com a prata (1min0046). O bronze foi para o carioca José Luiz Perdigão, 20.

“Não tenho palavras para descrever o que sinto, nadei abaixo da casa de um minuto nestes 100 metros, eu tinha esta meta de baixar o minuto. Agora espero no Mundial de Londres, em setembro, eu possa chegar perto dos 58s. Não sabia que era o recorde, nem pensei nisso, só queria ser o mais rápido possível”, disse o brasiliense que nasceu com glaucoma e início na natação somente em 2015.

Minutos depois, dois brasileiros voltaram a dividir o pódio. Andrey Garbe foi o melhor nos 100m costas da classe S9 ao cravar 1min07s00, e Lucas Mozela bateu na borda após 10 centésimos para assegurar sua prata. “Não sei o que aconteceu, eu nado bem mais rápido, mas foi bom pelo ouro no meu primeiro Parapan”, comentou Andrey. “Foi uma prova boa de assistir, não é minha especialidade, mas o Andrey ganhou na batida de mão”, completou Lucas.

A cerimônia do pódio reservou um momento especial. Andrey convidou Mozela para dividir com ele o espaço sagrado no pódio dedicado ao medalhistas de ouro e os dois cantaram juntos o hino nacional, abraçados.

Ana Karolina Soares subiu ao ponto mais alto nos 100m peito (S14) com 1min12s07, acompanhada da canadense Angela Marina (1min14s81) e da americana Leslie Cichoki (1min16s50).

A potiguar Cecília Araújo também deu mais um ouro ao Brasil, em uma das mais longas provas do programa do Parapan, os 400m (S8), com 5min17s73, registrando novo recorde da competição. Paola Nuñez, do México, chegou na sequência apenas 65 centésimos depois. O bronze também foi mexicano, com Natalia Guemez, ao chegar 26 segundos mais tarde.

A mineira Laila Suzigan conquistou o ouro nos 100m peito SB5, com o tempo de 2min00s31. Ela foi seguida pela paulista Esthefany Oliveira que registrou 2min09s52 e foi prata.

A pernambucana Maria Carolina Santiago foi a mais rápida nos 100m costas da classe S12 (baixa visão). Esta foi sua primeira prova em Parapans e trouxe o primeiro pódio dourado para o Brasil da terça-feira, 27. Ela concluiu a distância com o tempo de 1min13s50, à frente da americana Aspen Shelton (1min15s98) e da argentina Analuz Pellitero (1min19s14).

Na versão masculina desta prova nesta mesma classe, Thomaz Matera foi prata. Felipe Caltran ficou com o bronze nos 100m costas para deficientes intelectuais (S14). Regiane Nunes também foi segunda colocada, só que nos 100m livre da classe S11 (cegos). Gabriel Geraldo faturou o bronze nos 50m costas (S2). Ítalo Gomes foi prata nos 100m costas (S7), enquanto que o pernambucano Phelipe Rodrigues subiu ao pódio pela terceira vez em três provas. Nesta terça-feira foi bronze nos 100m costas (S10). Na segunda-feira, 25, ele foi ouro nos 100m livre e, no dia seguinte, ouro de novo nos 200m medley. Phelipe compete em mais cinco provas neste Parapan.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro

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