Crescer ou preservar? O Rio Grande do Sul pode fazer os dois
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O debate que coloca economia e sustentabilidade em lados opostos cria um falso dilema que trava avanços importantes. Quando discussões técnicas se transformam em disputas ideológicas e projetos são analisados sob presunção de culpa, o licenciamento ambiental se torna lento, imprevisível e marcado por decisões contraditórias. O resultado é insegurança jurídica, afastamento de investimentos e atraso na adoção de tecnologias mais limpas e eficientes.
Para Francismar Siviero, coordenador do Projeto Nadando Pelos Cartões Postais, regras rigorosas são necessárias. O problema está na forma como são aplicadas, muitas vezes sem critérios objetivos, transparência e previsibilidade. Desenvolvimento responsável exige base técnica, instituições sólidas e equilíbrio entre produção e conservação.
O Projeto Nadando Pelos Cartões Postais reforça que preservar significa agir. A iniciativa promove a natação em águas abertas em cenários icônicos, incentiva a educação ambiental e fortalece ações sociais que aproximam esporte, comunidade e consciência ecológica. A proposta demonstra que é possível gerar impacto positivo, valorizar os recursos naturais e estimular crescimento sustentável ao mesmo tempo.
O Rio Grande do Sul possui potencial econômico, turístico e ambiental para ser referência nacional em desenvolvimento sustentável. Com planejamento, responsabilidade e segurança jurídica, é possível avançar sem abrir mão do patrimônio natural.
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