Natação e saúde cerebral: o que a ciência revela 🧠🏊♂️
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Durante muito tempo, acreditou-se que o cérebro humano não fosse capaz de se regenerar. Hoje, a ciência mostra o oposto: o cérebro adulto é altamente plástico, capaz de criar conexões e se adaptar ao longo da vida. E entre os estímulos mais poderosos para esse processo está o exercício aeróbico, com destaque especial para a natação.
Nadar regularmente ativa mecanismos essenciais para a saúde do cérebro. Estudos indicam que o exercício aeróbico estimula a neurogênese no hipocampo, região ligada à memória e ao aprendizado, principalmente pelo aumento do BDNF, proteína fundamental para a sobrevivência dos neurônios e a formação de novas sinapses. Além disso, o movimento contínuo e a respiração controlada contribuem para reduzir inflamações, melhorar a oxigenação cerebral e fortalecer os sistemas antioxidantes, ajudando a retardar o envelhecimento mental.
A natação também estimula proteínas como IGF-1 e VEGF, associadas à reparação neuronal e ao aumento do fluxo sanguíneo no cérebro. O resultado vai além do bem-estar imediato: a prática contribui para a formação de uma reserva cognitiva, importante na prevenção do declínio cognitivo ao longo dos anos.
É exatamente essa visão que move o Projeto Nadando Pelos Cartões Postais: unir natação, saúde, meio ambiente e conscientização, utilizando águas abertas como espaços de prática esportiva, educação ambiental e promoção da qualidade de vida. O projeto mostra que nadar é mais do que um esporte — é uma ferramenta de transformação física, mental e social.
🏊♂️ Nadar fortalece o corpo, protege o cérebro e conecta pessoas à natureza.
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